No século IV, o Jaspe era
reconhecido como dispersador de espíritos malignos e protetor daqueles que o
usavam contra mordidas de criaturas venenosas.
Um autor anônimo alemão do
século XI ou XII assegurava que, se o Jaspe fosse colocado em uma mordida de cobra,
o veneno seria totalmente absorvido da ferida.
O Jaspe era incrustado em
Ouro e usado sobre o peitoral dos grandes sacerdotes no tempo de Aarão.

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