sexta-feira, 7 de outubro de 2016

AMAZONITA



Variedade verde a verde azulado do feldspato microclina. Muito usada como pedra ornamental, principalmente joias e estatuária.


A forma preferida de lapidação é como cabochão, pois é um mineral não translúcido e a lapidação facetada pouco acrescenta à beleza da gema.


Seu nome deriva do rio Amazonas, pois na Europa acreditava-se que as primeiras amostras que lá chegaram provinham das margens deste rio. Ocorre em pegmatitos graníticos, principalmente no Estado de Minas Gerais. É também chamada erroneamente de jade do Brasil. 




Aumenta a energia criativa; reduz a depressão; energiza levemente o corpo físico e o sistema nervoso sutil. O propósito da amazonita é aperfeiçoar a expressão pessoal.


Ela era conhecida pelos egípcios que a usavam em ornamentos, milhares de anos antes da sua descoberta na América do Sul.


Ajuda a aumentar a energia criativa, reduzindo a depressão, fortalecendo a aura. Crença errônea que sua fonte primária era o rio Amazonas.




A Amazonita faz parte do grupo do silicato, o mais abundante dos minerais e gemas do planeta. Sua composição é de silício e oxigênio; por isso, tem a cor verde derivada de certa quantidade de cobre. O verde está relacionado com o suave, à esperança e a renovação (de tecidos, células). Assim, a amazonita teria o poder de ajudar na cura do fígado, dos rins ou do baço. É a pedra da expressão afetiva.